Living to Tell the Tale

ISBN: 140003454X
ISBN 13: 9781400034543
By: Gabriel Garcí­a Márquez Edith Grossman

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Genres

Autobiography Biography Currently Reading Favorites Latin America Latin American Memoir Non Fiction Nonfiction To Read

About this book

No writer alive today exerts the magical appeal of Gabriel García Márquez. Now, in the long-awaited first volume of his autobiography, he tells the story of his life from his birth in 1927 to the moment in the 1950s when he proposed to his wife. The result is as spectacular as his finest fiction. Here is García Márquez’s shimmering evocation of his childhood home of Aracataca, the basis of the fictional Macondo. Here are the members of his ebulliently eccentric family. Here are the forces that turned him into a writer. Warm, revealing, abounding in images so vivid that we seem to be remembering them ourselves, Living to Tell the Tale is a work of enchantment.

Reader's Thoughts

Jessica

I barely gave this book a three, seriously considering a two for a long time. I have been waiting to write this review for months -- because that's how long it took to get through this thing. I love the author and his other fiction, so I was excited about this book... and then disappointed. There are flashes of his descriptive abilities and narrative voice, but overall the book just seems to meander from event to event in his life. At times it reads like a list of people he knew ("That was when I met XXX. He was friends with XXX."). Boring.There are parts that I found fascinating, in terms of his personal story and the events he witnessed in Colombia, but the overall lack of cohesion in the book makes it hard to wade through. And at the end, it just sort of stops, as if you were having a conversation with no climax, no beginning, middle or end, and the line just went dead. A nice chat with the author, but not a great book.

FrUiTa

هذا الكتاب سرد فيه الكاتب غابرييل جارسيا ماركيز مذكراته معتمدا على ذاكرته .. حكايات ومواقف طويلة جدا وأشخاص كثر تكلم عنهم أكثر مما تكلم عن نفسه هو واهتم بذكر تفاصيل صغيرة جدا لا أعتقد أنها مهمة للقارئ. اللي باله طويل وعنده فضول ممكن يقراه، انا عن نفسي تعبت من قراءة الكتاب ولكني قرأته حتى النهاية من باب الفضول فقط وليس من باب المتعة.. ونصيحة مني لمن يريد قراءته ان يستعين بكتاب آخر ممتع او مسلي كنوع من الترفيه بين الحين واللآخر.

Alyazi

لا أستطيع على وجه الدقة تذكر الكُتّاب و الروائيين الذي قرأت لهم طوال السنوات المنصرمة من حياتي القرائية ، أعني أولئك الذين أعاصرهم الآن ، لأنني لم أكترث شخصياً لكونهم موتى في التُراب أم أحياء عليها ، كانت قرائتي لهم تكفي أحياناً لأشعر بهم أحياء في لحظات ، ثم موتى في لحظات أخرى ، - هذه طريقتي للعبث بالحيوات من حولي - على أية حال ، هذا الأمر لا ينطبق على " غابرييل غاريسا ماركيز ، لسبب ما صبحتُ أكترثُ لكوني أعاصره ، كنت أهمس لنفسي قائلة : لكم أنتِ محظوظة يا روح . لقد إستطعتِ على الأقل معاصرة ماركيز - وإن لم تكن معاصرةً تامة - بينما الأجيال القادمة لن تتسنى لهم هذه الفرصة - إنه الشعور ذاته لأننا لم نعاصر دوستويفيسكي - سيتناقلون فقط وجود كاتب كولومبي قد كتب عدة روايات مُذهلة و روى سيرته بشيء من التفصيل و الإسهاب المُذهلين في كتابه : عشت لأروي ، و إنتهت حياته بإعتزال الكتابة بسبب خرفٍ أصابه و أفقده عقله وودع قرائه بـ بتحية وداعية جميلة ! ، رُبما حينها تنقرض كُتبه إلا قليلاً ، و سيتدافع قُراء العالم بحثاً عنها، بينما بحوزتك أنتِ كتاب ثمين له لن ترضي بإعارته أبداً ، و ستحتفظين به في القبو أو في علية المنزل مع بقية الكُتب الورقية النادرة ، وتأذنين في نهاية المطاف أن تورث كتبك لأكثر أحفادك حُباً بالقراءة وولعاً بها ، وتأخذين عهد وفاء منه أن يحفظها بعيداً عن أعين المتطفلين ممن إدعوا أن عصر الورق و الكُتب الورقية قد انقضى إلى غير رجعة بينما هم يتراكضون للحصول عليها لأنها بطبيعة الحال أصبحت مواداً جيدة للمتاحف الأثرية .تجاوزاً للمبالغات أعلاه ، ماركيز مُدهش بمَ يكفي ليجعلني أكتب مراجعتي له و أنا ما زلت أقرأ الكِتاب لرغبتي المُلحة في أن أكتب ما قد لا تتسنى لي كتابته لاحقاً حينما أنتهي ، غابرييل ماركيز الروائي الكولومبي الذي لم أقرأ له أياً من روايته حتى الآن رغم معرفتي المُسبقة بروايته الأكثر تداولاً على مسامعي : مئة عام من العزلة ، سرد في كتابه عشت لأروي حياته الصاخبة و تاريخ أجداده و والديه ببراءة طفل في قرية آراكاتاكا في كنف جديّه و إنتقاله إلى منزل والديه مُجدداً بعد أن وارى جسد جده التُراب ثم بروح شاب جامح مدمن للسيجار و الكتب في آن واحد ذو محاولات صحفية مع زُمرة من الأصدقاء " المجانين " الذين بسبب أسمائهم العصية على التذكر لاأستطيع تميزهم دون أحداثٍِ وصفات معينة أربطها بكل فرد منهم . ليصبح في نهاية عقده الثالث صحفياً مشهوراً مولعاً بالصحافة ومدمناً لها . أصدقاء ماركيز كانوا العون الأكبر في حياته بالإضافة لـ طفولته مع جده و مراهقته وتنقالته الكثيرة بين المدارس و المدن الكولومبية بخلاف تأثير والديه اليسير جداً الذي اعترف بين سطورها بأنه لم يقضي معهما و مع أخوته العشرة الآخرين أكثر من ثلاث سنوات في أوقات متفرقة . أحيا ماركيز خلال الصفحات شعوراً غريزياً في داخلي كنت قد أخمدته مُنذ بعض الوقت بالإلتفات لكل شيء من حولي كما لو أنه مادة جيدة للكتابة عنه ما دمتَ تمتلك القُدرة الأدبية لذلك و ألقى بين السطور عبارة أسطورية دعمت بها بعض قناعاتي و أزيد عليها في قوله : " علمتني الحياة نفسها أن أحد أكثر الأسرار فائدة في الكتابة ، هو تعلم قراءة رموز الواقع دون توجيه أسئلة " . رغبتُ لو أنني لم أحسم نجمة إلا أنني أريد أن أعترف بشعوري بالضجر في الفقرات المتفرقة التي ذكر فيها الأحداث السياسية و الثورية بين الحزب المحافظ والحزب الآخر الليبرالي في كولومبيا ولأنه بسبب الأسماء " الصعبة أيضاً " لم أستطع أن أربط الأحداث ببعضها فتتفرق لدي الطرق في السطور و أشعر بأنني بالكاد أتذكر ما قرأته لتوي بالإضافة أنني لم أوفق لمعرفة دقيقة بقصة الرئاسة المأساوية الذي جاهد ماركيز ليفهمنا إياها بين سطور كتابه ، على أية حال ، كان لهذه الأحداث تأثير في تنقلات ماركيز وحياته فكان مُجبراً على سردها . شُكراً غابرييل غاريسا ماركيز لأن قرائتك كانت مُدهشة وملهمة و أنني لم أندم ، شُكراً صالح علماني لأن بفضل ترجمتك إستطعت أن أقرأه بلغة أدبية باذخة متقنة كل الإتقان. شكراً شكراً

Iceman

Gabriel Garcia Marquez é para mim um escritor esquisito, não só ao nível da composição dos seus textos, como sobretudo devido à estranheza das suas histórias.Prémio Nobel em 1982, Garcia Marquez assentou toda a sua carreira, enquanto escritor, num género que podemos classificar, ou pelo menos eu classifico-o, do realismo-fantástico, género esse povoado de fantasmas, demónios e situações surrealistas que vão sendo misturadas com o mundo real, dando então origem a um universo onírico, algo confuso, que deve ser lido, pensado e analisado com muito cuidado.Pessoalmente não sou apreciador desse estilo, nem do simples e puro género do fantástico. Amante do Histórico e do realismo puro (Eça de Queirós, Maugham, Dostoiévski, Tolstoi, Vítor Hugo, Zola, Dickens, Jorge Amado e tantos outros), gosto essencialmente de ler sobre temas sociais e humanos e, após a leitura ou durante a mesma, efectuar vastas análises ao que leio e enquadrar aquela realidade na nossa actual sociedade.No entanto e em relação a Marquez, algo me incomoda. Incomoda-me não entender a sua escrita e incomoda-me haver toda uma legião de fãs em todo o mundo que fazem dele o escritor mais consagrado do nosso tempo, sem que eu entenda esse sucesso. E vai daí, há algum tempo propus-me a entender a sua obra e o contexto da suas histórias.Lendo por duas (2) vezes “Cem anos de solidão”, lendo também “Relato de um náufrago” e tentando ler o “Outono do Patriarca”, em todas estas situações fiquei sempre desiludido e como uma clara sensação de tempo perdido.Até que, numa ida à biblioteca, me deparo com este “Viver para contá-la” livro que, alegadamente e segundo o que já havia lido, tratar-se-ia de uma autobiografia. Nada melhor então para ficar a conhecer em definitivo a s suas raízes, filosofias, paixões, gostos e inspirações que lhe moldaram o carácter e directamente o seu estilo de escrita.”Viver para contá-la” trata-se então de uma autobiografia de Marquez que, sem preconceitos e tabús, narra de uma forma quente, apaixonada e ao mesmo tempo crua, toda a sua vida.Antes de aprofundar a análise ao livro, há que referir que este trata-se do primeiro volume da sua biografia.O livro inicia-se já enquanto Marquez estudante de direito em Barranquilla, recebendo a visita da mãe que lhe solicita que a acompanhe no sentido de venderem a casa dos avós em Aracataca, local onde ele nasceu e onde foi criado. É esse encontro o mote para este livro fabuloso, pois não se trata de umas simples memórias de Garcia Marquez.Desde logo e com as descrições de Aracataca, ficamos com a ideia de onde Marquez foi beber a inspiração para criar “Cem anos de Solidão” e mais fascinados ficamos quando nos apercebemos que a história do livro é, simplesmente, a História da sua própria família. E continua.Marquez vai desfilando as suas memórias. Memórias povoadas de histórias fantásticas mas reais, o surrealismo é algo que está entranhado nos povos caribenhos e da América do Sul, continente onde há muito circulam histórias e mistérios fantásticos. Quem nunca ouviu falar de Tiahuanaco, Cuzco, Nazca, Macchu Picchu, a perdida cidade do ouro dos Incas, os fantasmas da Jamaica, a misteriosa Ilha da Páscoa e tantos mais?Pois bem, Marquez dá-nos o retracto daquele povo supersticioso, mas muito apaixonado e respeitoso da sua História e dos seu passado. Um mundo onde e segundo Marquez, “o estranho é não acontecer nada de estranho”E vai por aí fora.A sua infância e o modo como era visto e tido pelas pessoas que o rodeavam. As histórias que ia ouvindo pela bocas dos mais velhos, as suas observações e considerações pelo meio que o rodeava. O seu extemporâneo amor à leitura que o leva a ler, muito novo, obras como “As mil e uma noites”, a “Odisseia” de Homero, ”Orlando Furioso”, ”D. Quixote” e o ”Conde de Monte Cristo”, obras que lhe abriram as portas desses vasto e fascinante mundo da literatura e que o acompanharam desde sempre.Mas Marquez vais mais longe.Para além de narrar o passado dos seus pais e avós, ele situa, a nível geopolítico e social, a Colômbia no mundo, sobretudo ao nível das turbulências que desde sempre abalaram aquele país do Caribe. Amigo pessoal de figuras públicas, sobretudo figuras colombianas, destacando-se contudo a enorme amizade com Fidel Castro. Mas é curioso as personagens estranhas que marcam a sua vida e que lhe inspiraram a construção de personagens para os seus romances. Desde o coronel que fazia peixinhos de ouro numa velha oficina depois de uma vida de combatente (lembram-se do coronel Aureliano Buendía em “Cem anos de solidão”? Pois foi baseado no próprio avô de Marquez que fazia peixinhos de ouro depois de uma vida de combatente), até à sua tia que comia terra, passando pela tia que um dia lhes surgiu em casa e disse “venho me despedir, pois vou morrer!”, e à sua própria mãe, que com o seu forte carácter, o inspirou a criar a matriarca Úrsula, talvez a figura mais forte de “Cem anos de solidão”.Em todas estas 579 páginas, Marquez narra tudo isso e muito mais. O seu percurso enquanto ser humano, o seu percurso estudantil e profissional. As obras e escritores que o inspiraram, a forma como estudou a aprendeu a técnica do romance, os mestres que lhe deram força para continuar quando as decepções o invadiam, os seus primeiros contos, enfim, todo um percurso rico em pormenores que finda em 1957 (fim deste volume).Fico imensamente curioso em relação ao segundo volume, pois será nesse que Marquez narrará como construiu os seus romances, as suas estadias em Paris e no México (local onde escreveu “Cem anos de solidão”, a atribuição do Prémio Nobel e as suas amizades com escritores consagrados, entre os quais o “nosso” José Saramago.Neste primeiro volume fica assim claro que as obras de Marquez espelham uma realidade que efectivamente é a do seu povo, uma realidade fantástica e sensual, inserida numa cultura secular com tantas tradições.Quanto a mim, fiquei maravilhado com este livro e com o génio deste homem que, com os seus textos, procurou sempre honrar e homenagear um país e um povo que é o seu.Talvez este livro tenha sido o mote para mais um fã de Marquez, ainda mais porque achei curioso algumas manias que ele tem que eu também tenho (por exemplo ele adora cheirar os livros novos e eu também). De certeza que vou ler mais uns romances dele, pelo menos agora que entendo o porquê desse estranho universo, Marquez tem agora outra lógica e outro sabor.

Basim Nightbird

مش ممكن يعني ماركيز دا :)ساحر و نو كمنت

Sharyl

Most of this memoir was fascinating to me--for instance, the fact that Love in the Year of Cholera was based on the romance between the author's parents, and that the tragedy depicted in Chronicle of a Death Foretold was based on the real life story of someone Gabriel Garcia Marquez actually knew. However, it is important, in understanding the origin of Garcia Marquez's tales, that he was cursed with living in interesting times; Gabo, as he was affectionately called, was a journalist and student during a period of violent and bloody political upheaval in his country, which he remembers in the kind of detail that was very hard for me to follow, since I possess absolutely no background knowledge of Columbia's history. This information certainly belongs in his memoir, since all of it affected his life very directly. Garcia Marquez's depiction of the violence that followed the assassination of a populist leader named Jorge Eliécer Gaitán in Bogota is especially shocking.Garcia Marquez provides a loving portrait of his mother, as well as a colorful depiction of the culture in which he grew up. I would recommend this memoir for those personal touches, with the warning that some of the remembrances he presented here are harder to sift through. Overall, an intriguing read.(I am now motivated to read Leaf Storm and In Evil Hour, by the way.)

Andrés Velázquez

En la sinopsis se define a este libro como una visita guiada a la obra de García Márquez, lo cual me parece muy acertado. En muchos pasajes de este libro uno puede encontrar el génesis de cada uno de los trabajos que conforman la vida profesional de este autor. Aparte de ello es una autobiografía que muestra una visión más integra del autor antes de entrar de lleno a la literatura como el gran autor que es.Debo decir que al mismo tiempo esta obra es un verdadero desmadre al no mantener un hilo narrativo fijo y solo dedicarse a saltar de una anecdota a otra, sin embargo demuestra lo intensa que ha sido la vida de este autor. Vida que muchas veces supera en intensidad a la ficción que crea a través de sus letras.Luego y a riesgo de ser odiado por la comunidad de Goodreads, me dejo con la pregunta obligada, ¿Porque carajo sus novelas llegan a ser tan aburridas en su afán de ser costumbrista, teniendo una vida tan impresionante y rica?, La verdad sea dicha una de las más grandes virtudes de este trabajo es no ser una novela. Ya a modo de cierre si recomiendo este libro tanto a los fanáticos de la obra en general de García Márquez como a los que, como en mi caso, gustan de manera más concreta de sus cuentos cortos (que es a mi parecer donde verdaderamente brilla el genio de García Márquez). Sin embargo sí se trata de un libro para profundizar sobre todo en el universo del autor por lo que no recomiendo que sea este el libro con el que alguien pudiera tener una primera aproximación.

Orhun Cakmak

Yavaş yavaş Marquez'den okunacak kitap sayısı azalıyor, problem değil aslında bu -zira üstadın kitapları defalarca okunmalı; Yüzyıllık Yalnızlık, Kolera Günlerinde Aşk, Aşk ve Öbür Cinler, Kırmızı Pazartesi başta olmak üzere- Bu kez zihninin depoladığı ya da zihin arkadaşlarının depolayabildiği yaşamının önemli parçalarını kendi öz yaşam öyküsü olarak anlatmış Gabo'muz. Ve öyle bir şey oldu ki bu okuma, yazmış olduğu o büyülü hikayelerinin hepsinin gerçekçi ve resmi bir altyapıdan dönüşüm geçirerek kağıdın üzerinde hürriyete kavuştuğunu belirtmeliyim. Ve çağımızın en iyi hikaye anlatıcısının tanık olduklarıyla bir dönemin Latin Amerikası hakkında ön bilgi sahibi olurken, bir yandan zihninden süzülüp gelen yaşam cümbüşüyle o coğrafyanın insanlarıyla kaynaşıyoruz fakat en önemlisi yazar olma peşindeki birinin açlıkla cebelleştiği, fedakarlıklarla dolu yaşamına uçuyoruz. Duru bir yaşam Marquez'in anlattığı. İnsanların davranışları, tepkileri o kadar gerçekçi ki bizzat sizin tanık olduğunuz olayları size anımsatıyor gibi. Sosyal yaşamı, değiştirdikleri okullar ve ailesi hakkındaki o samimi bilgileri burada paylaşmaktansa ben kitapları ve yaşadıklarıyla olan o ilişkiyle sürdürmek istiyorum bu yazıyı. -Kolera Günlerinde Aşkı okuyanlar ya da filmini izleyenler bilir, Doktor Urbino ağaçtaki papağanı almak üzere merdivenden çıkarken düşer ve yaşamını kaybeder. Marquez'in dedesi de aynı şekilde bir kaza geçiriyor fakat yaşamına engel oluşturan bir kaza olmuyor bu.-Marquez'in annesi ve babası karşı çıkılan bir evliliğin zorluklarla bir araya gelen aşıkları oluyor. Her ne kadar kitabım İzmit'deki evimde kaldığı için hatırlamakta zorlansam da Ursula ve Jose Arcadio Buendia'nın da benzer olaylardan geçtiğini hatırlıyorum. Ayrıca Kolera Günlerinde Aşk'da da benzer bir motif söz konusuydu. Evlilik başa bela imiş anlaşılan o yılların Kolombiyası'nda.-Yüzyıllık Yalnızlığın fantastik kasabası Macondo, Aracataca'daki bir çiftliğin adı.-Muz Fabrikasındaki devlet katliamı gerçekten var olan fakat asla aydınlatılmayan bir olay.-Albay Aureliona gibi dedesinin de gümüş balıklar yaptığı bir atölyesi var. Sadece zaman geçirmek ve sıkıntısını atabilmek için işliyor atölyeyi. -Yüzyıllık Yalnızlığın o efsanevi olayı 'horoz dövüşü' sonrası Jose Arcadio Buendia'nın canını aldığı Jose Prudencio Aguilar olayını okuyanlar hatırlar. Marquez'in dedesi de Medardo Pacheco adındaki bir adamla siyasi bir olay nedeniyle tartışır ve birbirlerini düelloya davet ederler. Günler sonra dedesi adamı öldürür. Yüzyıllık Yalnızlık'daki Prudencio Aguilar'da ölen adamın torunun adı, ve o olaydan yıllar yılı sonra Marquez'le karşılaşıp 3 gün 3 gece boyunca anıları yad ederler..-Gabo'nun çok güzel olan kuzeni Ena 25 yaşında erkenden hayata veda eder. Belki de Yüzyıllık Yalnızlık'ın güzeller güzeli Remedios, Ena'yı kitapta yaşamıştır, zira o kadar güzeldir ki Remedios fazla gelir yaşamı dünyaya ve rüzgarla taşınıp uçar gökyüzüne doğru.-Yüzyıllık Yalnızlık'ı okuyanlar hatırlar Pilar Ternera ismini. Buendia soy ağacını belirleyen kadınlardan biri olmuştur bu, dul kalıp yalnızlaşan kadın. Marquez'in babannesi 14 yaşında ilkokul öğretmeniyle yatar ve daha sonra hiç evlenmeden beş oğlu ve iki kızı olmuştur.-Marquez'in dedesininde Albay Aureliona gibi başka kadınlardan olan çocukları var ve onlarda ziyaretlerine geldiklerinde evde muhteşem bir karnaval havası oluyor.-Kırmızı Pazartesi kitabını okuyanlar Santiago Nasar'ın nasıl bir ölümle yüzleştiğini hatırlayacaktır. O ölümü de yıllar yılı haber yapmamak için uğraşmışz gazeteci olduğu dönemlerde Marquez. Ölüm anları o kadar benzer ki tekrar hatırladım Nasar'ı. Ölmek kuşkusuz bu dünyada bırakılanlarla sakıncalı bir durum haline gelebiliyor fakat genç ve masum biri öldüğünde sakıncalı olan dünya için oluyor olmalı...Bunlarla beraber 9 Nisan'da politikacı Gaitan'ın öldürülmesiyle başlayan olaylarla başlayan isyanlarla bir ülkenin politik gerilimleri, tüylerimizi diken diken ediyor. Özellikle 60-80 li yılların Türkiyesi akıllara geliyor tüm bunlar olurken. Gaitan öldüğünde o sırada henüz 20li yaşlarında olan Fidel'de Kolombiya'dadır. Ve son olarak bu duru yaşam, Marquez'in eğitim konusunda kendisine yönelik eleştirisi, yüzmeyi bilmemesi, Faulkner'in Ses ve Öfke, James Joyce'un Ulysses eserlerine olan büyük ilgisi ve o kitapları ilk romanına başladığı dönemlerde tekrardan okuyup büyük faydalarını görmesi; benim de pek sevdiğim Mrs. Dalloway'deki Septimus karakteri ve süregelen anılar boyunca insanın onunla ortak olabildiği noktalar yakalaması.. Evet Latin Amerikanın biriciki, bir gün görüşeceğiz, mutlaka olacak bu; nerede veya nasıl olacağı kimin umrunda?

Heather

Like many voracious readers of Gabriel Garcia Marquez, I was devastated by his death earlier this year, signaling as it did the end of an era; no more works would come from his inimitable pen. I stumbled upon Living to Tell the Tale in a bookshop in Paris and had to buy it. From the very first page, I was thoroughly enchanted.As warm and inviting as his best novels, and with the added thrill of knowing that at least half of it is true, this book is a masterful interweaving of Colombia's coming of age and that of the writer. Those who have read One Hundred Years of Solitude, Love in the Time of Cholera and Chronicle of a Death Foretold will appreciate the retelling of the true history that inspired each of those novels, but all GGM fans will devour the almost unreal facts of his life. As in his fiction, GGM blends the real with the metaphysical; the poetic with the political, and the effect is staggering. Turning the last page, I was struck with the hollow sense of sadness knowing that we will never get to read the rest of his story.

Okbah

من بعد تجربتي في قراءة رواية مائة عام من العزلة قبل سنوات بترجمة محمد الحاج خليل بدلا من ترجمة صالح علماني وأنا أتردد وأتروى كثيرا قبل قراءة أي رواية مترجمة خشية الوقوع في الرديء منها وخشية ألا تصلني روح الكاتب الحقيقية التي بثها بين سطورها... وتلك أمنيتنا القديمة المستحيلة :أن نقرأ كل رواية بلغتها الأصلية حتى نتشبع من كاتبها بلا برزخ من ترجمة تحول بيننا وبينه..هذا ماحدث مع "نعيشها لنرويها" لغارسيا ماركيز.. اذ بقيت على الرف طويلا قبل أن أتناولها.. وقد سبق أن قرأت ترجمات أخرى لرفعت عطفة (المترجم هنا) وأهمها المخطوط القرمزي لأنتونيو غالا.. ولا أدري ان كانت هنالك ترجمات أخرى لرواية "نعيشها لنرويها" أو قصة حياة غابريل غارسيا ماركيز لأتمكن من المقارنة.. لكن لا بأس بهذه الترجمة التوصيلية على أي حال.بعد أكثر من مائة صفحة سيرا في هذا الكتاب بدا لي بوضوح أنها كالحديقة الخلفية لروايات ماركيز الأخرى خصوصا مائة عام من العزلة.. استخدمها كذاكرة سحيقة أو كمستودع ومادة خام ينتقي منه ما يشاء لرواياته تلك ويتبين لنا بشدة اصول مائة عام من هذه الذاكرة واحداثها وشخوصها ورموزها المختلفة.والأمر ليس سرا اذ يشرح ماركيز ذلك بصراحة وكيف استخدم بعض الأماكن والشخصيات لانشاء عدة روايات في مسيرته الكتابية والأمر هنا يعيد أذهاننا الى "سيرة غير ذاتية" لعبد الوهاب المسيري رحمه الله وبحثه في جذور حياته وكيف تكونت وتشكلت أفكاره من بيئته ومجتمعه المحلي وتطور تلك الافكار.. وماركيز لا يختلف هنا بعمله هذا عن المسيري وان كان قد اخرجه في شكل رواية سحرية كهذه.الذاكرة تستدعي كتابا آخرا كذلك وهو "أنا" لعباس محمود العقاد عندما نقرأ عن طرائق وأجواء الكتابة لدى ماركيز وأخيلته ومخرجاته الثقافية والأدبية وجوه الاجتماعي آنذاك وهو ماتحدث عنه العقاد كثيرا في الكتاب آنف الذكر.رموز مثل الجد والجدة والقطار وحرب الألف يوم والمنزل الكبير ومدينة اراكاتاكا.. كلها كانت من ملهمات الطفولة لماركيز والتي تجلت بشكل أو بآخر في روايته الشهيرة مائة عام من العزلةماركيز يحكي ويحكي ويحكي الشيء الكثير من التفاصيل والأحداث والتي تبدو بمفردها غير مهمة البتة في تلك البقعة النائية من الأرض لكنها وبمجموعها تشكل الوعي الخصب والذاكرة الحية لأحد أعظم روائيي القرن العشرين. الكتاب الثالث الذي تداعى إلى ذاكرتي وانا اقرأ سيرة ماركيز بقلمه هو الأيام لطه حسين.. شعور غريب انتابني بالتشابه الكبير بين طفولة الرجلين في المضمون وبعض التفاصيل حول القرية والأخوة والبيت الكبير والمدرسة والصحافة والاهتمام بالقراءة والموروث الشعبي وانت ساد الاختلاف وبان بعد ذلكالترجمة تكاد تكون جافة بعض الأحيان وعادية في أحايين كثيرة إلا أن المترجم يشرق في بعض المواضع بتعريبات بلاغية لجمل وابيات وامثال وهو مارس ذلك في وقت سابق بترجماته للاشعار في المخطوط القرمزي لكن لابد من الإشارة لملاحظتين في الترجمة :1- عدم شرح بعض المصطلحات الروائية تتطلب من القارئ خلفية مسبقة في الأدب العالمي 2- التجاوز في الترجمة باعتماد مصطلحات عربية سوقية شديدة البذائة سر عظمة مؤلفات ماركيز يكمن في شيئين :1- رواية المحكي الشعبي للعقل الجمعي لمجتمعات القرية بكل ما تمثله من تلقائية وعفوية وبساطة بقالب روايات 2- الاهتمام الشديد بالتفاصيل دون ابتذال ففيها يكمن شيطان الإبداع حياة ماركيز المروية جزئيا هنا تقودنا إلى ثلاثة أمور مهمة لا تكاد تغيب عن مسيرة أي مبدع أو كاتب ناجح:1- أن الفشل هو والتعثر هو من واجبات البداية التي لا مناص عنها 2- أن الصحافة كانت هي الطريق والوسيلة الأنجح آنذاك في صقل مهارة الكاتب واختلاطه بالأستاذة والمثقفين وبالتالي صقل مهاراته الروائية والكتابية وبالطبع ومع تغير الزمن تتبدل هذه الوسائل او يميل الثقل لصالح أخريات.3- أن الناس والجمهور والدهماء هم الطريق إلى تكوين ذاكرة الكاتب ومخيلته وقاعدة قرطاسه الأساسية حيث النزول الى الشارع وتشرب معاناتهم وقصصهم.. لم يبق ماركيز في غرفته ولم ينعزل عن مجتمعه رغم كل الصفات الشخصية التي اتسم بها منذ طفولته من خجل وخوف وانطواء.ماركيز توقف في سيرته هنا عند نهاية الخمسينات وسفره خارج كولومبيا لأول مرة لتغطية صحفية وبذا ختم الكتاب ولم نعرف بعد سيرة الجزء الآخر من حياته المليء جدا.

Rowland Bismark

"Life is not what one lived, but what one remembers and how one remembers it in order to recount it".So begins the first volume of the autobiography of Marquez detailing the amazing circumstances and events and characters that filled the first 27 years of his life. Born in Columbia at a time when "people lived in the shadow of poetry", when "poetry (was) the only concrete proof of the existence of man", Marquez was, above all else, a man of letters. He received the Nobel Prize for literature for his "100 Years of Solitude" and at 80 years old I am so glad that he has indeed lived long enough to "Tell the Tale".This book is so delicately balanced, so self-effacing, so filled with the best thoughts and words of Marquez and his remarkable contemporaries that we not only get the story of one remarkable writer's coming of age but we are brought into the eccentric Marquez family and through them are able to experience the startling events of the country of Columbia in the early 20th century.This is an education and an adventure of words both. It is a delightful book to read and I pray Marquez is busy writing the next installment which I eagerly await.

дhmed Rihдл

Amazing book , every one read this book wish to know how he lives his life to write these details.

Kit

Not the most pretentious of memoirs, but it was boring as fuck half the time. The writing is loose and tedious, and I haven't seen this much name-dropping since Glamorama. Hard to keep up, unless you're a hardcore Garcia Marquez fan.

mai ahmd

لم تزدني سيرة ماركيز إلا عشقا لهذا الكاتب العظيم

Luis López Varona

Powerful and very well written as all García Márquez books, but in my opinion too long. Anyway it´s the only volume of his autoibiography and it´s the perfect book to know and understand the marvellous personality of the master.

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